Passei um mês sem Facebook e não morri

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Por que você também deveria dar um tempo nisso tudo.

Ljubljana, Slovenia - February 4, 2010: Part of www.facebook.com site in Internet Explorer browser on LCD screen. Facebook is a social network service and website launched in February 2004 that is operated and privately owned by Facebook, Inc. As of January 2011, Facebook has more than 600 million active users. Macro lens used so RGB cells visible in detail (it's not color fringing).

Caro leitor, de tempos em tempos, tiro umas férias do meu perfil pessoal do Facebook. É algo que incentivo você a fazer de tempos em tempos, algo como a versão moderna de fazer um retiro espiritual em alguma montanha solitária. Não me entenda errado, continuo com a fanpage, Twitter e outras ferramentas profissionais. Mas colocamos tanta coisa na rede hoje em dia, que acho saudável tirar um tempo de vez em quando.

Se você não tem coragem, compartilho aqui alguns dos meus aprendizados. Vai que você se empolga.

O que aprendi com um mês sem Facebook:

– As pessoas confundem fatos com opiniões, emoções com opiniões e verdades universais com emoções.

– Você descobre quem realmente sente a sua falta.

– Você recebe mais mensagens de “Por que você me excluiu?” do que “Oi, está tudo bem?”. A lição que aprendi é que você pode estar morto e enterrado a sete palmos abaixo da terra, mas ai de você se excluir alguém.

– É realmente difícil sair do Facebook. Você se acostuma a fazer login em várias páginas e serviços, e muitos deles ressuscitam sua conta automaticamente sem você perceber (estou falando com você, Spotify). Você vai ter que olhar seu velho endereço de vez em quando nos primeiros dias para garantir que isso não ocorra.

– Dá um trabalho alterar todas as configurações para login manual.

– Nas vezes em que precisei voltar, percebi que as discussões e blá-blá-blás continuam na mesma. Desculpa mundo, ninguém se importa tanto assim com a sua opinião.

– É um sossego absoluto não se importar com o que as pessoas estão comendo, com as preferências políticas delas e praticamente uma benção ficar de fora do último “escândalo” da Internet.

– Quem sabe, ao desligar seu perfil, você passe a valorizar contatos mais pessoais e acabe com essa impressão de que se importar com seus amigos é dar uma olhada nos perfis deles de vez em quando.

– Você para de ficar olhando para seu celular nas salas de espera da vida e pode ficar sozinho com os seus pensamentos.

– Você não se sente precisando defender uma opinião toda hora que algo passa pela sua cabeça.

– Você pode valorizar mais os fatos, notícias e aprendizados concretos do que se importar com opiniões alheias.

– Ninguém vai ser agressivo na vida real como é no Facebook quando não concorda com você. Aliás, a maior vantagem é se livrar da turba que adora dar pancada nos outros por falta do que fazer.

– Você pode ser você mesmo sem se importar em postar, ser postado, marcar ou ser marcado para 200 milhões de pessoas olharem e acharem bonitinho.

– O Facebook sabe demais das nossas vidas, e um dia dará um jeito de ganhar (mais) dinheiro com isso.

Fábio Zugman

As matérias aqui postadas são tiradas da fonte acima citada, cabendo a ela o credito pela mesma.

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